CHUÍ
Histórico
Fonte: https://www.chui.rs.gov.br/pagina/id/2/?historia-do-municipio.html, pesquisandocidades.blogspot.com
O Brasil, país de dimensões continentais, ainda é pouco conhecido e explorado por nós brasileiros. Cada vez mais as pessoas procuram viajar e conhecer países estrangeiros ou pontos turísticos brasileiros já consagrados. Pensando neste aspecto, nossa eletiva pretende proporcionar a oportunidade de viajar sem sair de casa e descobrir a cada aula novas paisagens, costumes, culturas, curiosidades e tradições nacionais. Valorizando toda a riqueza e diversidade que temos por aqui.
CHUÍ
Histórico
Fonte: https://www.chui.rs.gov.br/pagina/id/2/?historia-do-municipio.html, pesquisandocidades.blogspot.com
OIAPOQUE
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É a única cidade do Amapá que tem fronteira internacional – faz limite com a Guiana Francesa, Departamento Ultramarino da França na América do Sul. Por isso, é a única cidade do Amapá além de Macapá, que possui uma unidade do Exército Brasileiro. Também faz divisa com os municípios de Calçoene, Serra do Navio, Pedra Branca do Amapari e Laranjal do Jari.
A economia concentra-se, quanto ao setor primário, principalmente na criação dos gados bovino, bubalino e suíno e na cultura da mandioca, laranja, milho, cana-de-açúcar e outros. No setor secundário, pode-se destacar a extração de ouro, inclusive de forma clandestina em terras brasileiras e guianenses. O comércio tende a crescer com a ponte binacional que ligará os dois países, já pronta, mas ainda sem data para inaugurar. Mesmo ainda sem a ponte, moradores do outro lado vêm ao lado brasileiro comprar mercadorias e pagando em Euro.
Turismo – Em 1943, ergueu-se no município um monumento à Pátria, indicativo do marco inicial do território brasileiro, onde figuram citações do hino nacional e uma placa indicativa com os dizeres: “Aqui Começa o Brasil”, o qual virou símbolo Oiapoquense. Figuram, ainda, como atrações turísticas a Cachoeira Grande, a Vila Brasil, que fica na cabeceira do rio Oiapoque, o Parque Nacional do Cabo Orange e a Serra do Tumucumaque.
Fonte: https://www.portal.ap.gov.br/conheca/oiapoque
Imagem: oglobo.globo.com
Bauru é um município brasileiro do interior do estado de São Paulo, sendo o município mais populoso do Centro-Oeste paulista. Pertence à Mesorregião e Microrregião de Bauru, localizando-se a noroeste da capital do estado, distando desta cerca de 326 km. Ocupa uma área de 673,488 km², sendo que 68,9769 km² estão em perímetro urbano e os 604,51 km² restantes constituem a zona rural.[7] Em 2020, sua população estimada pelo IBGE foi de 379 297 habitantes[4], sendo o 18º mais populoso de São Paulo.
Bauru foi fundada em 1896, sendo que a Marcha para o Oeste, impulsionada pelo governo de Getúlio Vargas como incentivo ao progresso e a ocupação da região central do Brasil, foi um importante fator de incremento populacional para a região. No começo do século XX o município começou a ganhar infraestrutura e a população aumentou com a chegada da ferrovia e, mais tarde, das rodovias. O café ganhou força no município no início do século, porém se desvalorizou e aos poucos Bauru se industrializou, sendo que, a indústria foi a principal responsável pela urbanização do município e hoje é, juntamente com o setor terciário, a principal fonte de renda municipal, fazendo com que o município tenha o 68º maior PIB brasileiro. No campo ganhou força após a década de 1950 a cana-de-açúcar.
Várias rodovias ligam Bauru a diversos municípios paulistas, tais como a Marechal Rondon, a Comandante João Ribeiro de Barros, a Cesário José de Carvalho e a Engenheiro João Batista Cabral Renno, sendo que o município encontra-se no meio de um importante entroncamento aéreo, rodoviário e ferroviário. Além da importância econômica ainda é um importante centro cultural de sua região. O Jardim Botânico Municipal e o Horto Florestal de Bauru configuram-se como grandes áreas de preservação ambiental, enquanto que o Teatro Municipal de Bauru "Celina Lourdes Alves Neves", o Centro Cultural de Bauru e o Automóvel Clube de Bauru são relevantes pontos de visitação localizados na zona urbana, além dos projetos e eventos culturais realizados pela Secretaria Municipal de Cultura, órgão responsável por projetar a vida cultural bauruense.
Historicamente, a região ocupada por Bauru era território disputado entre dois grupos indígenas: os caingangues e os guaranis. No século XVIII, bandeirantes paulistas tentaram se estabelecer na região, que era ponto de travessia das monções (expedições fluviais) que se dirigiam até Mato Grosso e Goiás, mas foram impedidos por ataques dos índios locais. Os não índios somente conseguiram se estabelecer na região no século XIX, com a vinda de população oriunda do litoral do estado, de Minas Gerais e do Rio de Janeiro.[10] Após 1850, na procura de novas terras para ocupação e colonização, pioneiros paulistas e mineiros começam a explorar a vasta região situada entre a Serra de Botucatu, o Rio Tietê, o Rio Paranapanema e Rio Paraná, até então habitado por grupos de indígenas Kaingang.[10].
Em 1856, Felicíssimo Antônio Pereira, provindo de Minas Gerais, adquiriu terras e estabeleceu, próximo ao atual Centro de Bauru, a Fazenda das Flores. Anos depois, em 1884, essa fazenda (também chamada de Campos Novos de Bauru) teria parte de sua área desmembrada para a formação do arraial de São Sebastião do Bauru. O distrito progrediu, mesmo sujeito a ataques dos nativos Kaingang e relativamente isolado do resto do estado e tornou-se distrito de Agudos em 1888. A chegada dos migrantes oriundos do leste paulista e de Minas Gerais levou à emancipação do município em 1 de agosto de 1896.[11]
A criação do município de Bauru é de 1896. O desbravamento dessa região do estado de São Paulo ocorreu maciçamente na última década do século XIX e primeira década do século XX.[11] . As terras a Oeste da Serra de Botucatu, a partir do espigão da Serra dos Agudos, nunca abrigaram o sistema escravocrata, que vigorou em grande parte do Brasil até 1888. O atual município de Lençóis Paulista foi o limite geográfico do escravagismo naquela região do Estado de São Paulo. Esse aspecto trouxe consequências no plano da demografia e da composição étnica da população regional. Ou seja, o contingente de negros e pardos no município de Bauru é relativamente menor que em outras regiões paulistas, enquanto o componente de origem asiática (sobretudo japonesa) é ali maior do que a média brasileira.
Nome: Thayene Venturini Basso.
Série: 8 B
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Bauru
turma: 8 ano B
FONTS: https://www.google.com/search?q=Caldas+Novas&rlz=1C1GCEA
Receita da tapioca
INGREDIENTES
1 pacote (500 g) de
polvilho doce
1 colher de café de
sal
300 ml de água
RECHEIO
sua preferência
MODO DE PREPARO
1Colocar o polvilho em uma vasilha e aos poucos acrescentar os 300
ml de água.
2Misture com as mãos.
3Peneirar o polvilho já molhado, em porções pequenas, ou seja, aos
poucos.
4Depois de peneirado, aquecer uma frigideira com teflon.
5Colocar a massa de polvilho já peneirada, o suficiente para cobrir
a frigideira, fazendo uma massa em forma de círculo bem fina, como se fosse
panqueca.
6Deixar por alguns minutos, até que solte da frigideira, e virar
para o outro lado como se fosse omelete.
7Após alguns minutos, está pronta para rechear conforme o seu
gosto.
PESQUISA REALIZADA
PELO ALUNO DIEGO ANTONIO 8°B
EM SITES
Belo Horizonte (BH)
Quem procura destinos
de viagem para maior contato com natureza e um bom banho de cachoeira nas
férias não pode deixar de considerar as montanhas de Belo Horizonte Com
milhares de quedas de água catalogadas, abriga riquezas
naturais nas mais
diversas regiões. Independentemente do roteiro e do tempo disponível, há opções
que se encaixam em variadas propostas de passeio. Vale lembrar que deve se ter
o cuidado de optar pelo passeio em temporada de tempo firme, sem previsão de
chuvas.
Como Mineirão
Capela Curial
Entre os pratos
maravilhosos
Tutu
Bambá de couve
Feijão tropeiro
Ora-pro-nobis
Frango ao molho pardo
Leitão a pururuca
Vaca atolada
RECEITA do Tutu de
feijão
2 xícaras de feijão
cozido
1 cebola pequena
picada em cubinhos
100 g de bacon picado
em cubinhos
3 dentes de alho
picadinhos,
1 xícara de cheiro
verde picado (opcional salsão)
1 gomo de linguiça
calabreza cortada em rodelas
Farinha de mandioca
crua
Orégano, sal e
pimenta do reino a gosto
Óleo de milho ou soja
MODO DE PREPARO
1Fritar a cebola, o alho, o bacon e a lingüiça em uma frigideira
grande.
2Junte o feijão, os temperos e o cheiro verde e por fim a farinha
até dar o ponto desejado, mais cremoso ou mais sequinho.
3Sirva quente com arroz branco e bisteca de porco.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS
O tutu de feijão é um
tradicional prato mineiro, muito delicioso e prático de fazer! Outro prato tão
maravilhoso quanto, também de Minas Gerais e feito com feijão, é o feijão
tropeiro
ALUNO: DIEGO ANTÔNO 8°B
PESQUISA RETIRADA DA INTERNET
Viajar ao Amazonas é conhecer a fundo as raizes brasileiras, região do país mais agraciada pela fauna e flora diversificada, com suas maras verdes e grandes rios.
BUMBA MEU BOI EM PARINTINS: A festa folclórica mais popular do Brasil que celebra a lenda de um boi sagrado que é morto e ressuscitado pelos poderes mágicos dos tambores.
TEATRO AMAZONAS: A visita guiada ao Teatro Amazonas, um dos pontos turísticos de Manaus, é um passeio pelo período da “Bella Époque”.
ENCONTRO DAS ÁGUAS: O Encontro das Águas é um fenômeno que acontece na confluência entre o rio Negro, de água preta, e o rio Solimões, de água barrenta, onde as águas dos dois rios correm lado a lado sem se misturar por uma extensão de mais de 6 km.
PARQUE NACIONAL DE ANAVILHANAS: Além de estimular a produção de conhecimento por meio da pesquisa científica e valorizar a conservação do bioma Amazônia com base em ações de educação ambiental e turismo sustentável.
CACHOEIRA DE IRACEMA: Situada dentro do Parque Ecológico Iracema Falls, é uma das atrações do município de Presidente Figueiredo, no Amazonas.
MANAUARA SHOPPING: Homenageando a fauna, flora e cultura amazonense, O Manauara Shopping é decorado por grafismos inspirados na Floresta Amazônica.
fonte:http://numatur.com.br/especiais/viagem-amazonas/https://www.google.com/?&bih=627&biw=1326&client=opera&hs=RNg&hl=pt-BR
aluna:Nicolly Evilyn Neias de Freitas
turma: 8 ano B
fonts: https://www.google.com/search?q=Par%C3%A1&tbm=isch&ved=2ahUKEwi-
Chico Mendes
Francisco Alves Mendes Filho, conhecido como Chico Mendes, foi um seringueiro, sindicalista e ativista ambiental, reconhecido internacionalmente pela sua luta pela preservação da Floresta Amazônica.
Nascido em 15 de dezembro de 1944 e seringueiro desde criança, Chico Mendes só aprendeu a ler aos 20 anos, por conta da falta de escolas na região da floresta.
Em 1975, iniciou sua carreira como líder sindical, como secretário geral do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Brasiléia. No ano seguinte, começou sua luta pacífica para impedir o desmatamento da floresta.
Ele também organizava ações em defesa da posse da terra pelos habitantes nativos. Depois, Chico Mendes ocupou diferentes cargos na área sindical e foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores.
Ele tentou a carreira política, candidatando-se ao cargo de deputado estadual tanto em 1982 quanto em 1986, mas não conseguiu se eleger.
Em 1985, participou da criação do Conselho Nacional dos Seringueiros (CNS) e da luta pela preservação da floresta e pelo modo de vida dos povos que ali vivem seringueiros, indígenas, castanheiros, pequenos pescadores, populações ribeirinhas - ganhou repercussão nacional e internacional.
Por conta de sua luta, algumas terras começam a ser desapropriadas, como o Seringal Cachoeira, de propriedade de Darly Alves da Silva. Com isso, agravam-se as ameaças de morte contra Chico Mendes. Apesar de o líder dos seringueiros avisar polícia e imprensa que poderia ser morto, inclusive citando nomes de quem o ameaçava, quase nada foi feito.
No dia 22 de dezembro de 1988, em Xapuri, no Acre, Chico Mendes foi assassinado com tiros disparados do fundo de sua casa, quando saía para tomar banho em uma dependência externa.
Em 15 de dezembro de 1990, a justiça brasileira condenou os fazendeiros Darly Alves da Silva e seu filho Darcy Alves Ferreira a 19 anos de prisão pelo crime. O terceiro acusado, Jardeis Pereira, não foi a julgamento, pois estava foragido. A sentença foi definida no mesmo dia em que Chico Mendes completaria 46 anos de idade. O julgamento foi destaque na imprensa nacional e internacional e contou com a presença de representantes políticos, sindicalistas e religiosos, além de um grande número de pessoas, na maioria seringueiros.
aluna: Gabrielly Milanelo
CHUÍ Gentílico: chuiense Histórico Chuí - Breve Histórico Na fronteira com o Uruguai, na margem esquerda do Arroio Chuí, está localizada ...